Pensamento dos dias

O mundo vive uma ameaça fascista, como não vivia desde a Segunda Guerra Mundial, mas agora com toda uma parafernália tecnológica que facilita o controle e a destruição.

Paralelamente, um império decadente esperneia e, mesmo que venha a ser derrotado em outros lugares, mesmo que, em tempo não tão próximo, seja rebaixado para potência regional, seu último bastião será o quintal de sempre.

México, Colômbia e Brasil são alvos.

A resistência é existencial, e isso impõe um amplo espectro de alianças.

E alianças não se fazem entre iguais: os iguais já estão juntos.

Numa guerra existencial contra o fascismo e contra o imperialismo, quero ter do meu lado os vacilantes. Seria burrice que, a pretexto dos seus defeitos – e são muitos –, eu os empurrasse para o outro lado (para depois dizer: viu como eles são traidores?).

Não sei se você concorda com isso. Caso concorde, faço uma sugestão: simule situações, pense um território fictício, imagine atores políticos, projete possíveis alianças.

É isso. Se depois você quiser, baixe para o mundo real e diga quem você quer na sua trincheira, sabendo que aqueles que forem afastados do teu lado poderão cair para o lado do inimigo.

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